segunda-feira, 9 de julho de 2018

ALINE CALIXTO GRAVA DVD EM BH



Um sucesso a gravação do primeiro DVD de Aline Calixto no  quarteirão fechado da Rua Sapucaí, no Bairro Floresta, em Belo Horizonte. Uma noite de sexta-feira (06/07/18) com muita descontração, música e muita alegria. Na comemoração dos seus 10 anos de carreira, Aline Calixto convidou, para a grande festa, sua madrinha Beth Carvalho, Monarco e a Velha Guarda  da Portela. Também os convidados Maurício Tizumba e o Tambor Mineiro, os jovens cantores Isadora Ferreira e Tavinho Leoni, revelações do The Voice Kids, abrilhantaram o show. 

Dos amigos do Carnaval, a participação de: Zé Mauro (Chama o Síndico), Michelle Andreazzi e DiSouza (Então Brilha), Heleno Augusto, (Havayanas Usadas), Sylvio Rosa (Volta Belchior),  Gustavo Maguá (Pacato Cidadão), Leonardo Brasilino (Me Beija  que eu sou pagodeiro e Magnólia), Marcelo Veronez (Corte Devassa), Nara Torres (Sagrada Profana) e Anittona (Garotas Solteiras). Isso tudo e mais o que adiantamos neste clipping pode ser conferido no DVD de Aline Calixto, que vai ser lançado no início do ano que vem.



Serviço:

Christina Lima

(31) 99981 4897

Christina@christinalima.com.br

domingo, 8 de julho de 2018

LULA LIVRE! - SHOW INTERROMPIDO

EM SHOW MUSICAL, NA SEXTA À NOITE, DIA 06 DE JULHO, EM BH, A PLATEIA SE MANIFESTOU ESPONTANEAMENTE. O www.altoastralnews.com.br  cobriu o show que vai ser postado nesta segunda-feira no altoastralnews. - No palco, Beth Carvalho e Aline Calixto.  

terça-feira, 26 de junho de 2018

10 Menores Países que Você Não Sabia que Existiam

CURIOSIDADE                        CURIOSIDADE.      CURIOSIDADE CURIOSIDADE CURIOSIDADE

UM DOIS EM UM

Vem do Maranhão esta inspiração poética e romântica do nosso poeta, musicista e compositor Carnégie Bacelar. São Luís, a Ilha do Amor, divide com os internautas do Alto Astral News esta bela canção.

segunda-feira, 21 de maio de 2018

CERVEJA&CIA

Pequenos Notáveis
Wilson Renato Pereira
Jornalista, Psicólogo, Psicanalista


Rafael Quick, Samuel Viterbo, Luiz Furiati, Marcelo Machado no bar Juramento 202 base da cervejaria Viela no Pompéia

Há pouco mais de dez anos, utilizando equipamentos simples, talento e uma enorme vontade de fazer boas cervejas, como as que chegavam do exterior, pequenos produtores iniciaram em Minas Gerais um movimento que, mais tarde, tornou nosso estado em um dos mais respeitados do país no setor. Eis as histórias de alguns deles.



Cervejeiros de raiz

Quem for à rua Juramento, no Pompéia, um bairro de classe média baixa na zona leste de Belo Horizonte, pode ter um exemplo perfeito do que significa o termo “raiz”. É a Cervejaria Viela e seu anexo, o bar Juramento 202, instalados em imóvel centenário em uma das mais tradicionais regiões da capital mineira. 

O conforto é limitado, mas não incomoda os clientes que lotam o pequeno salão e a rua ao lado, em pé, sentados em bancos improvisados ou no meio-fio mesmo. A Cervejaria Viela é de Samuel Viterbo, Marcelo Machado, Luiz Furiati e Rafael Quick, cujo único propósito é produzir cervejas boas e baratas e servi-las num ambiente que procura resgatar o clima de estabelecimentos tradicionais da “cidade dos bares”, como BH é conhecida.

Apesar de utilizarem ingredientes de qualidade, os custos de funcionamento da fábrica e do bar são baixos. Vendas somente no balcão e não existe atendimento nas mesas, como nos pubs europeus. A informalidade do local atrai não só entendidos em cerveja, mas quem busca interação social ou, simplesmente, quer tomar uma boa breja gelada com tira-gosto idem, sem gastar muito. 

“No início, os vizinhos ficaram preocupados com a movimentação, mas, hoje, fazem parte da clientela e sempre chega alguém para encher garrafas nas nossas torneiras. Fazemos questão de um relacionamento bem próximo, priorizando as compras para nossa cozinha em fornecedores do próprio bairro. Eu mesmo me mudei para cá e agora faço parte da comunidade", explica Samuel Viterbo.

Um dos motivos que fazem clientes deixar redutos cervejeiros tradicionais na sofisticada Savassi e ir para o bairro Pompéia, atravessando a cidade, é também a busca de novas experiências gastronômicas. No bar Juramento 202, encontram a culinária normal e ainda receitas com base em folhas, sementes, raízes, grãos e plantas alimentícias não convencionais. Até as cervejas são diferentes, muitas vezes não se enquadrando nos estilos descritos nos manuais técnicos.

Os sete mil litros mensais de American Pale Ales, Sours, India Pale Ales, Blondes, Rauchbiers e outros estilos podem vir com adição de abacaxi, jabuticaba, beterraba, limão capeta etc, dependendo da inspiração do cervejeiro no dia da brassagem. Além disso, quem não gosta de cerveja pode pedir bebidas naturais algo exóticas, como o refrigerante Guaramão, ou o rum Xeque-Mate, que mistura guaraná, chá mate e limão, produzidos por parceiros da Cervejaria Viela.



De abstêmio a cervejeiro

Se alguns preferem cervejas boas e baratas, outros, também exigentes, não fazem economia e pagam o que for preciso para ter exatamente o que gostam. Este é o perfil dos consumidores da Cervejaria Koala San Brew, localizada no bairro Jardim Canadá, município de Nova Lima, na Grande BH.

O proprietário, Luiz Gustavo Simoni, o Koala, tem esse apelido porque morou dois anos na Austrália e vem de uma família cervejeira. Interessante é que tomou gosto pela bebida após um longo período sem consumir álcool, quando se dedicava a meditar e estudar música. Após ser apresentado à cerveja por um amigo, virou homebrewer. O que o levou de volta à tradição industrial da família foi um insight que teve, olhando uma foto do bisavô na frente da sua fábrica, no início do século passado.

Aplicando conhecimentos do curso de Administração de Empresas, vendeu o que tinha para instalar uma planta cervejeira de mil litros mensais. Contando com ajuda do pai e financiamentos, por dois anos trabalhou praticamente sozinho, com apenas um ajudante de chão de fábrica.

Começou a produção caseira com uma Imperial Porter que leva café expresso e baunilha, a Badmotorfinger, seguindo-se a West Coast Double India Pale Ale California Crossing e a American Wheat Amarilla, com lupulagem americana. Atualmente, são quarenta receitas e mais de cinco mil litros mensais produzidos, a maior parte variações de IPAs, o estilo preferido da clientela Koala.

Além do serviço na própria cervejaria, de quinta a domingo, a produção é destinada a mais de 200 lojas especializadas em várias cidades brasileiras, sendo 40% em São Paulo e 30% em Minas Gerais. Num dos pontos de venda mais famosos do Brasil, o Empório Alto dos Pinheiros, na capital paulista, as cervejas Koala chegam a ocupar, às vezes, quarenta por cento do serviço on-tap, segundo Simoni.

A KSB tem planos de crescimento em níveis orgânicos, sem grandes investimentos. “Estou focado em continuar produzindo cervejas excelentes, que eu próprio gostaria de consumir, e acho que um aumento de escala pode ser prejudicial. Para o futuro, a ideia é aperfeiçoar tecnologicamente a fábrica, implantando painel sensorial moderno e controle remoto na produção”, afirmou.




Amizade Cigana

Um encontro de um biólogo e gastrônomo e um engenheiro civil num curso de tecnologia cervejeira, resultou numa grande amizade e na formação de uma dupla cigana. Para quem não entendeu, vai a explicação: no meio cervejeiro, são chamados de ciganos os produtores sem instalações próprias, que alugam equipamentos para produzir suas receitas.

Esse foi o início da “Dos Caras”, marca responsável por algumas das melhores cervejas do mercado. Os “caras” são Leo Nascimento, o biólogo/gastrônomo, e Ramon Garcia, o engenheiro. Como é normal no ramo, começaram fazendo suas primeiras cervejas em casa, para consumo próprio e de amigos.

Em 2015, em concurso da Associação Mineira dos Cervejeiros Artesanais – Acerva, ganharam medalha de prata com uma Califórnia Common, cerveja híbrida feita com leveduras Lager e fermentadas em temperatura de Ales. A premiação animou a dupla a investir profissionalmente no setor, mas, como não tinham capital suficiente e o risco era considerável, o caminho cigano foi a saída, já que nenhum dos dois podia deixar seus empregos na época.

Inicialmente, foram produzidos mil litros em tanques alugados. A proposta era fazer cervejas menos comuns, que eles próprios gostariam de beber. Com a parceria dando certo, tanto Leo quanto Ramon saíram dos seus empregos e se dedicaram exclusivamente ao novo negócio.

As receitas diversificaram e a produção triplicou, o que exigiu uma nova forma de parceria, através de contratos de longo prazo com cervejarias de maior porte. Além da pioneira California Common, o portfolio “Dos Caras” hoje abrange a Blanc (America Wheat, com adição de uvas brancas), a Pacific Road (West Coast IPA, com aroma e sabor marcantes para atender lupulomaníacos), a Golden Mocha (Coffee Beer, com mistura inusitada de aveia, cacau, baunilha e café) e a Orange Ordinary Bitter (Ale inglesa de amargor marcante e baixo teor alcoólico). O lançamento mais recente é a American Pale Ale Lemon APA, cerveja muito refrescante e que leva doses generosas de lúpulos cítricos americanos.

Apesar de se considerarem mais cervejeiros do que empresários, os ex-ciganos Léo Nascimento e Ramon Garcia sonham alto e pretendem ampliar seus negócios. Prospectam cervejarias em várias regiões brasileiras para produzir suas receitas, ampliando pontos de venda na Bahia, Espírito Santo, Goiás, Pernambuco, Brasília, São Paulo e Rio, além de Minas Gerais. 

Mas dizem que isso não vai significar perda da sua essência homebrewer e nem abrir mão da qualidade. “A Cervejaria ‘Dos Caras’ planeja seu crescimento com os pés no chão, com base em eficiência gerencial e de olho nas demandas do mercado de cervejas artesanais, sempre aberto a novos e bons produtos”, asseguram.



A cerveja da vez

GOLDEN MOCHA “DOS CARAS”



Essa receita, classificada como Coffee Ber, poderia lembrar uma Stout, não fosse sua coloração dourada. É uma mistura de inusitada de aveia, cacau, baunilha e café especial, resultando numa bebida altamente cremosa e com moderado amargor (35 IBU). O teor alcoólico é 6%.

A Golden Mocha (pronuncia-se “moca”) possui acidez cítrica refinada e a extrema doçura do café Catuaí Amarelo marca Flor de Café, da Associação dos Produtores do Sul de Minas. Segundo os fabricantes, “seu sabor esplendoroso é uma verdadeira poesia gastronômica, produzida pelas mãos de Markim Gomes, mestre em torrefação da fazenda Ninho da Águia, no Alto Caparaó mineiro”.

A Golden Mocha harmoniza bem com doces, em especial brownie e tiramisù, queijo minas frescal e carnes tostadas, como costelas de boi. 



sábado, 19 de maio de 2018

CAMILLE CLAUDEL

Um pouco para conhecer Camille Claudel, a genial escultora e artista gráfica francesa que faleceu desconhecida, tendo sua obra reconhecida após décadas de sua morte. O monólogo  vivido pela artista visual Ivana Andrés é de sua autoria e do seu marido Luciano Luppi, que também dirige o espetáculo. Ivana vive a própria Camille. Não é uma interpretação. É a presença viva da artista francesa, bem ali, quase contracenando com a plateia. Sim, antes que esqueça, durante a performance, uma pessoa da plateia tem a oportunidade de posar para a artista Camille/Ivana, através de convite presencial. O desenho é presenteado ao modelo. - Um conselho, vá ao teatro e não deixe de aceitar o convite para ser o modelo. É uma experiência invejável. Fiz esta reportagem participativa e recomendo tanto a peça quanto a emoção de interagir no espetáculo.  






Amor incondicional. Nem a loucura faz esquecer a força de um amor. Nem o isolamento e o desprezo fazem diminuir a dedicação e o propósito de ser fiel ao pensamento independente, única forma de sobreviver na lucidez da loucura. Asim foi com Camille Claudel. Uma artista além do seu tempo, a quebrar tabus e enfrentar, mesmo em desvantagem, a própria família. Um elogio ao amor, o texto de Ivana Andrés. É prazeroso assistir, não a uma interpretação, mas a própria Camille Claudel, bem próximo de nós, dizendo de seus temores e resistindo ao preconceito. Uma lição de vida e o incentivo para a preservação da nossa "força interior e as convicções" como está proposto no texto.   

SERVIÇO:
Camille Claudel

Monólogo com Ivana Andrés
Direção: Luciano Luppi
De 17 de maio a 3 de junho – de quinta a sábado, às 20 h; e aos domingos, às 19 h
Classificação: 16 anos
Ingressos: R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia-entrada)
Funarte MGRua Januária, 68, Centro – Belo Horizonte (MG)
Telefone: (31) 3213 3084  

domingo, 13 de maio de 2018

HOMENAGEM ÀS MÃES

                                                       DIA DAS MÃES, 13 DE MAIO DE 2018. A ELAS TODO NOSSO CARINHO E DEDICAÇÃO ETERNA. 

domingo, 29 de abril de 2018

ALMA GÊMEA - BERNARDO E BISÉ

                                                                                                  ALMA GÊMEA