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domingo, 1 de janeiro de 2017

NATAL 2012 - UM VERDADEIRO CONTO DE NATAL.

 Era uma vez uma gatinha que vivia contente em uma casa abandonada, feliz da vida, até que um dia chegaram trabalhadores para reconstruir o imóvel. Esperta, como ela só,  procurou refúgio em um prédio vizinho, que parecia um palacete para ela, mas que em pouco tempo se transformou em um edifício mal assombrado, onde a maioria dos moradores lhe dera abrigo durante dias acompanhado de muitas refeições. Entre os agrados, um não fora ideal. Alguém colocou veneno para a indefesa gatinha se alimentar. Foi um pânico geral entre os bons moradores do prédio. Como "Deus escreve certo por linhas tortas", a agonia e o leito da morte do pobre animal resultaram na amizade entre duas moradoras do local, que, até então, apenas se cumprimentavam nas idas e vindas ao edifício. As duas providenciaram socorro à gatinha preta, malhadinha de marrom claro, na clínica veterinária. Além de pagar o atendimento veterinário, custearam a estadia da bichana na clínica, durante sua recuperação do envenenamento. Os dias se passaram e a gata recuperou a saúde e a vivacidade. Logo encontrou um lar através de doação, mas lá não se adaptou,  fugiu e desapareceu... As duas socorristas não se deram por vencidas e empreenderam uma verdadeira caçada  à gatinha em lotes vagos, matas e cercanias do município de Neves, local da última moradia da gatinha, a 10 quilômetros do centro de BH, onde originalmente vivia a gatinha. Ofereceram recompensa em dinheiro para quem a encontrasse. Garotas e garotos ficaram interessados e ajudaram, mas não obtiveram sucesso. Ainda cheias de esperança retornaram no dia seguinte para uma nova empreitada à procura da bichana. E não é que conseguiram encontrar a gata em local de morros,  matos, gramas, muros e pedras?...  - Mas o inusitado ainda não foi contado. Os dias se passaram e o NATAL se aproximava. Com o objeto do desejo são e salvo, o grande gesto das duas, agora amigas inseparáveis, Cynthia e Daniela, ainda estava para se concretizar. Partiram, com ajuda de um amigo de uma delas, vestido de Papai Noel, para a distribuição de presentes e guloseimas às crianças que participaram e ou até, só, ficaram sabendo da procura da gatinha naquela região. - De acordo com as duas, foi gratificante ver a alegria da garotada e a exclamação de um dos garotos: "Quando eu vi Papai Noel eu sabia que eram vocês"! - As imagens acima são testemunhas de como tudo aconteceu. Garotos educados, colaborativos, que aguardavam a vez para receber os presentes e o carinho dos visitantes ilustres. - Não sabemos, mas, tudo leva a crer, que, da quase morte de uma gatinha abandonada, está surgindo um movimento de solidariedade em benefício dos menos favorecidos. Quem causou o mau ao animal, por certo não teria a sensibilidade de enxergar "que há males que vem para o bem". -- Alguém já afirmou -- "O PODER DE UM É FAZER ALGUMA COISA, QUALQUER COISA"! Parabéns às duas realizadoras. Para outros acrescentamos: que não seja uma "coisa do mau".   
PS- A gatinha vai ocupar um espaço, só para ela, para se apresentar  aos  leitores. Aguarde.  Ela é um amor!  

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

GATA - PAPAI NOEL E UMA GATINHA -- SEUS FILHOTES - 3/3

Como sabemos, a gatinha foi salva, de envenenamento criminoso, por duas jovens que se tornaram amigas a partir daquele salvamento. Depois de doada a gatinha fugiu, possivelmente para retornar ao seu local de origem, mas antes que empreendesse o retorno foi resgatada pelas duas incansáveis amigas, com ajuda da criançada de Ribeirão das Neves, onde aconteceu a fuga. Disso tudo originou a atitude voluntária que envolveu uma terceira pessoa, amiga de uma das jovens, que culminou com a distribuição de presentes de Natal para a garotada que se envolveu no tão almejado resgate. Veja mais detalhes nas matérias - GATA - PAPAI NOEL E UMA GATINHA - 1/3 e 2/3 neste blog. Mas o inusitado vamos conhecer agora. Não é que durante os dias que esteve sumida a esperta da gatinha arranjou um namorado? Pois é. A peraltice da danadinha só foi descoberta poucos dias antes do nascimento de seus filhotes. Uma  bela manhã de fevereiro (tem Carnaval...) eis que surgem os recem nascidos, um amarelinho, outro todo branco e o terceiro rajado de cinza, já tratados e amamentados pela mamãe gata, em sua casinha própria. Foi uma alegria para as suas donas. Mas como nem tudo são flores, um dos três filhotes, o de cor cinza, nasceu com um probleminha congênito, diagnosticado pela veterinária, que impedia que ele se alimentasse normalmente como seus dois irmãos. Agora, com muito amor, carinho e dedicação da Daniela, o bebezinho está sendo alimentado com ajuda de uma seringa com leite preparado, até o período da dentição e o alcance da mastigação. Como se vê, o "Carnaval" leva a fama, mas a gatinha ficou prenhe em pleno período de Natal.  Tá curtindo aí, tá? Olhe os três lindinhos com sua mamãe. Sugestão de nomes pode ser feita através do e-mail:   altoastralnews@gmail.com

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

GATA - PAPAI NOEL E UMA GATINHA - 2/3 -

 
CRÔNICA DE NATAL
 
 Conforme prometido na "GATA - PAPAI NOEL E UMA GATINHA" - 1/3 -, publicada neste blog, com imagens e fotografias de Cynthia e Daniela, editadas por João Claudio, jornalista profissional, apresentamos a gatinha, para o deleite dos leitores. Ela não é mesmo um amor? - Ela recebe mensagens pelo email do Jornal Alto Astral News: altoastralnews@gmail.com
 
 

quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

GATA - PAPAI NOEL E UMA GATINHA - 1/3

CRÔNICA DE NATAL -

Era uma vez uma gatinha que vivia contente em uma casa abandonada, feliz da vida, até que um dia chegaram trabalhadores para reconstruir o imóvel. Esperta, como ela só,  procurou refúgio em um prédio vizinho, que parecia um palacete para ela, mas que em pouco tempo se transformou em um edifício mal assombrado, onde a maioria dos moradores lhe dera abrigo durante dias acompanhado de muitas refeições. Entre os agrados, um não fora ideal. Alguém colocou veneno para a indefesa gatinha se alimentar. Foi um pânico geral entre os bons moradores do prédio. Como "Deus escreve certo por linhas tortas", a agonia e o leito da morte do pobre animal resultaram na amizade entre duas moradoras do local, que, até então, apenas se cumprimentavam nas idas e vindas ao edifício. As duas providenciaram socorro à gatinha preta, malhadinha de marrom claro, na clínica veterinária. Além de pagarem o atendimento veterinário, custearam a estadia da bichana na clínica, durante sua recuperação do envenenamento. Os dias se passaram e a gata recuperou a saúde e a vivacidade. Logo encontrou um lar através de doação, mas lá não se adaptou,  fugiu e desapareceu... As duas socorristas não se deram por vencidas e empreenderam uma verdadeira caçada  à gatinha em lotes vagos, matas e cercanias do município de Neves, local da última moradia da gatinha, a 10 quilômetros do centro de BH, onde originalmente vivia a gatinha. Ofereceram recompensa em dinheiro para quem a encontrasse. Garotas e garotos ficaram interessados e ajudaram, mas não obtiveram sucesso. Ainda cheias de esperança retornaram no dia seguinte para uma nova empreitada à procura da bichana. E não é que conseguiram encontrar a gata em local de morros,  matos, gramas, muros e pedras?...  - Mas o inusitado ainda não foi contado. Os dias se passaram e o NATAL se aproximava. Com o objeto do desejo são e salvo, o grande gesto das duas, agora amigas inseparáveis, Cynthia e Daniela, ainda estava para se concretizar. Partiram, com ajuda de um amigo de uma delas, vestido de Papai Noel, para a distribuição de presentes e guloseimas às crianças que participaram e ou até, só, ficaram sabendo da procura da gatinha naquela região. - De acordo com as duas, foi gratificante ver a alegria da garotada e a exclamação de um dos garotos: "Quando eu ví Papai Noel eu sabia que eram vocês"! - As imagens acima são testemunhas de como tudo aconteceu. Garotos educados, colaborativos, que aguardavam a vez para receber os presentes e o carinho dos visitantes ilustres. - Não sabemos, mas, tudo leva a crer, que, da quase morte de uma gatinha abandonada, está surgindo um movimento de solidariedade em benefício dos menos favorecidos. Quem causou o mau ao animal, por certo não teria a sensibilidade de enxergar "que há males que vem para o bem". -- Alguém já afirmou -- "O PODER DE UM É FAZER ALGUMA COISA, QUALQUER COISA"! Parabéns às duas realizadoras. Para outros acrescentamos: que não seja uma "coisa do mau".   
PS- A gatinha vai ocupar um espaço, só para ela, para se apresentar  aos  leitores. Aguarde.  Ela é um amor!